Boato da Criatura de Martins Guimarães

Estamos avaliando as fotos, pois o vídeo enviado junto a elas, já descobrimos que se trata de lenda urbana atribuído a outras fake news associadas a várias localidades. As fotos são aparentemente reais, com poucos indícios de edição, porem será que são daqui da nossa região mesmo?

Indícios de fake news:

Não se tem nome de quem tirou as fotos e nem a data do evento;

Não se fala nome da propriedade, informações muito vagas;

Não tem nenhuma ocorrência registrada na Policia Ambiental;

Nenhum veterinário até o momento acompanha o caso;

Texto que acompanha os vídeos e as imagens fantasiosos, alarmantes em excesso.

“Bicho misterioso em formato de uma mulher foi visto atacando o gado na fazenda do frangão, entre o Martins e mirandas município de lagoa da prata.” (sic)


 

Tem mais informações para confirmar ou desmentir o boato? Entre em contato ou deixe um comentário.


Como reconhecer um boato virtual

Tom alarmista
Os boatos infundados têm sempre tom alarmista, repleto de termos como “cuidado”, “alerta”, “atenção”… Em muitos casos, as palavras-chave vêm em caixa alta (maiúsculas), logo no início da mensagem.

Sem referência a tempo
Outra característica comum é a falta de referência temporal clara. Usa-se “esta semana”, “amanhã”, “na sexta-feira” e afins, mas nunca dia, mês e ano específicos.

Mas e os envolvidos?
A imprecisão repete-se nos quesitos local do fato e envolvidos. Na maior parte das vezes, surgem apenas dados genéricos, sem especificar, por exemplo, um nome de rua ou de pessoas ligadas à situação em questão.

Português errado
Também é frequente que os textos contenham erros de português. Reparou em concordâncias mal feitas ou grafias incorretas? Desconfie.

Falta de fontes
Por fim, a característica mais marcante: a falta de fontes confiáveis, ou de links que sustentem uma fonte citada equivocadamente. “Checagem é algo básico, e uma busca rápida já ajuda a matar a charada”.

E todos tem “compartilhe com o maior numero de pessoas, familiares e amigos em todos os grupos” e outras variações induzindo o compartilhamento!

 

Teve dificuldade em entender o que está escrito acima?
Se tem pedido para compartilhar o texto, tem 99% de possibilidade de ser boato.
Se pediu para compartilhar o texto com a família, tem 100% de possibilidade de ser boato.
Se tem o texto “Não custa nada compartilhar” tem 200 % de possibilidade de ser boato.

 

Como um boato (mentira) se espalha:
”Eu só queria ajudar!”
”Isso não prejudica ninguém!”
”Mas não custa nada compartilhar!”
”Peguei de outro grupo!”
”Vai que é verdade!”
”Achei importante esta informação”
”Eu não sabia que isso era verdade!”
”Só compartilhei!”
”Repassa, não custa nada!”
”Eu fiz a minha parte!”
”Me pediram para compartilhar!”
”Compartilhei de um amigo de confiança!”
“Não tive tempo de conferir se é verdade, só repassei!”
”O Brasil inteiro precisa saber disso!”
”isso a Globo não mostra!”
“Parece que foi…”
“Não sei se procede”

Estes são os 4 tipos de usuários do facebook e whatsapp referente ao item “Boato”:
1 – Inteligente: Não compartilha boato e percebe logo uma farsa;
2 – Inocente: Compartilha boato;
3 – Idiota: Compartilha boato e acredita;
4 – Inconsequente: Compartilha boato, acredita e briga por causa de boato.

O doente é quem cria um boato, quem compartilha é somente uma vítima!

Robson Moraes

Robson Moraes Almeida, Farmacêutico, Bioquimico, Retratista e Editor do Lagoa da Prata Ponto Com

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